Mais uma vez, anarquicamente, coloco um post nada-a-ver com minha linha crítica/depressiva. Mas vou dar um priview do próximo post, em que eu continuarei com essa tendência, com um texto que provavelmente chamarei de "Defendendo o Cristianismo". Como sou o Homem do Contra, irei me contrariar o meu texto anterior nessa próxima postagem em que levantarei tudo aquilo que acho positivo no Cristianismo, a despeito da minha semi-completa descrença no ser Deus. Mas, retornando a esse post...Esse sou eu. Fazendo pose.

Resolvi colocar minha foto pra quebrar esse estranho anonimato imagético. É engraçado como, a despeito de ouvirmos sempre mensagens do tipo "seja você mesmo", temos tendencia de nos apoiarmos no ideal, ou no imaginário. Internautas, nos seus avatares de suas vidas virtuais tem essa compulsão a imagens que invocam poder/beleza/força e nomes grandeloquentes com os quais gostam de ser associados, mas que, fantasias a parte, passam longe da verdade. Sei que Freud ou Jung explicam, mas não deixo de ver nisso uma certa autoaniquilação, uma negação de si mesmo, nessa tentativa marketeira de parecer ser especial ou grande coisa. Qual é o grande problema de ser simplismente você? Sei que é algo lúdico essa possibilidade de você se reiventar pras pessoas, e não acho realmente negativo, mas, sei lá, talvez eu seja chato, mas sinto falta de pessoas que não tentem parecerem heróis da virtude ou superpoderosos ou gênios ou "demais" sob qualquer aspecto, por conta de um nome e uma imagem. Sim, eu sou chato.
1 comentários:
Usar um alterego pra mim tem motivo mais prosaico: da mais liberdade na escrita.
Já imaginou minha mãe lendo sobre peripécias sexuais minhas?!
Ahahaha! Cômico! E broxante...
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